Alpha, em Português
Isto não é uma tradução do anterior artigo em inglês, é um outro texto.
A minha Rota na Arte: Pintura, Escultura, Poesia, e talvez também Música e Dança.
E navegando também o meu País ou outro País onde minha Odisseia pelo Mar das Tormentas me obrigue… até à chegada à Ilha dos Amores: Paisagens, Igrejas, Mosteiros… Filosofia e Religião são parte essencial de mim, da minha Arte e vida.
Mas o que é religião? Eis logos uma das perguntas essenciais…
Está por ver ainda qual a melhor coordenação entre três funções diferentes para os meus três blogs, A Ilha dos Amores, a Lira de Terpsichore e A Arte e Kalokagathia.
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Peço aos meus compatriotas, que não desistam quando me vêem expressando-me em inglês. Estou a orientar-me em como escrever um blog, uma espécie de velha estrada desconhecida e cheia de curvas, nas fronteiras entre o íntimo, o privado e o público. Amo a nossa língua e País, pelo qual precisamos lutar. Prefiro escrever português, mas por este método, posso talvez dar uma muito modesta colaboração para que o nosso País não continue esquecido e ignorado dos olhos do mundo, e para que saibam da nossa riqueza intelectual e cultural. Por muito pouco que seja, ou que pareça, grão a grão, enche a galinha o papo… Cada um tem que fazer a sua parte. Basta haver umas poucas de pessoas chamadas a encantarem-se com alguns dos nossos artistas, e que deixe de ser completamente ignorante a respeito (até da existência) do nosso País, como o é o mundo quase inteiro, para já ter valido a pena.
O português tem a mania de pensar ”Oh, isso faz o Instituto Camões!” …Vivi tantos anos no estrangeiro, e o Instituto Camões permanece ausente ou desconhecido, naturalmente porque as suas possibilidades têem que ir crescendo. É preciso haver outras forças, e essas forças estão em nós. Não há Instituto nem Governo que possa substituir a nossa própria compreensão daquilo que merece o nosso amor, atenção e cuidado.
Pronto. Sermão dado.